Aluga-se CONFIANÇA Salão Comercial

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Post Destacado

Vende- se CONFIANÇA CASA

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Painel 599- Economista Harri Goulart Gervásio- 20/11/2019

Fazendo a sua parte.

Sem duvida nenhuma o governo federal esta tomando medidas e propondo mudanças na estrutura do setor público, muito desejadas e esperadas, mas que permaneciam na esperança. Quase que a totalidade dos brasileiros tinha consciência de que os governos provocaram um crescimento do seu poder muito acima do necessário. Foram abocanhando funções do setor privado criando uma super máquina geradora de poder e de voto. É a socialização da economia! Outro fato que também evoluiu com o tempo foi à centralização de recursos nas mãos do poder central, deixando municípios e Estados sempre com o chapéu na mão. A situação já tem tempo, mas faltava coragem e determinação para propor mudanças. Agora o Governo Federal através de MP e PEC esta disposto a alterar este quadro. Após a aprovação da Reforma da Previdência se intensificou as ações e o que se vê é uma enxurrada de propostas. No que se refere a privatizações o inicio foi o projeto Eletrobrás e aí o governo vai eliminar todos os penduricalhos que fogem as suas funções. É o liberalismo! Por decreto foram extintos 334 órgãos colegiados e também revogados 257 decretos que dificultam e burocratizam a vida de pessoas e empresas. É uma tentativa clara e abrangente de reestruturar o setor público com ações especifica que nunca foram propostas.  

PEC DO PACTO FEDERATIVO.

Nesta proposta de emenda constitucional o governo altera o conjunto de regras e determina como são distribuídos e gastos os recursos arrecadados pela União, estados e municípios. Um dos itens prevê que a União deve repassar cerca de R$ 400 bi a estados e municípios em relação à divisão de recursos do pré-sal. Na verdade esta sendo feito um novo pacto federativo onde os estados e municípios terão mais recursos, mas também serão mais fiscalizados. Diz o executivo que os governadores e prefeitos tem maior conhecimento de suas necessidades e podem assim fazer uma melhor utilização. Esta descentralização será benéfica, mas em contrapartida vai exigir uma série de regras e compromissos que terão que ser cumpridas e já estão definidas nesta proposta que foi entregue ao Congresso que dará a palavra final sobre o assunto. Nesta PEC esta incluído a extinção de municípios com até 5.000 habitantes e que tenham apenas 10% de receita própria em relação a receita total, ou seja aqueles que vivem apenas as custas de repasses. Só aqui no Rio Grande do Sul seriam 226 das 497 cidades gaúchas que seriam incorporadas em outros municípios. Esta proposta com certeza encontrará forte resistência politica. Também esta sendo proposto que os limites mínimos de aplicação na saúde e educação sejam fundidos permitindo que o gasto de uma seja compensado na outra.

PEC EMERGENCIAL.

Aqui o governo demonstra claramente a preocupação com o nível de investimentos no país que,  no ano que vem, chegará ao menor nível da série histórica. Como todos sabem, sem investimentos é impossível  o processo de desenvolvimento. Já há bastante tempo o Brasil enfrenta este problema, sendo que as despesas correntes corroem toda a arrecadação, sobrando míseros reais para investir. Para sobrar mais o governo propõe reduzir despesas obrigatórias que engessam o orçamento e com isto o governo vai ter maior liberdade na aplicação dos recursos. Neste projeto o governo propõe que o salario mínimo fique dois anos sem reajustes acima da inflação, ou seja, o valor será reajustado apenas pelo índice inflacionário sem o crescimento do PIB. Para o ano que vem consta no orçamento que o salario mínimo nacional será de R$ 1.039,00.

Mais empregos.

Mais uma iniciativa do executivo foi lançada no Programa Verde e Amarelo que visa gerar mais de 2 milhões de empregos até 2022. Beneficiara jovens de 18 a 29 anos, no primeiro emprego com carteira assinada. O teto de remuneração será de 1,5 salários mínimos. As empresas que participarem deste programa terão desoneração substancial na folha de pagamento, reduzindo o custo da mão de obra e incentivando novas contratações. Este programa foi lançado através de MP e o Congresso tem 120 dias para analisa-lo. Além da restruturação total do setor publico o governo lança programas e projetos que visam ativar a economia e ao mesmo tempo mostra a sua intenção de, com novos tempos, tornar um país mais confiável, atraindo investimentos.

Depende deles.

É bom que fique claro que por parte do Governo Federal são programas e propostas que dependem do Congresso Nacional. Seria importante nesta hora que fossem deixado de lado os ranços políticos partidários e pensar naquilo que realmente é melhor para o Brasil. A bola esta na mão deles!

Pense.

A felicidade é para ser vivida e não exposta.  

Compre casa

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Aluga-se Confiança – APARTAMENTO

Localizadona Rua Presidente Kennedy, nº 1725/02, próximo a Escola Cônego Ortiz, com 01 dormitório, sala, cozinha e banheiro.                                                 
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Indicadores de Confiança

ECONOMIA

Salário Mínimo
Salário Mínimo Nacional = R$ 998,00 – R$ 33,26 p/ dia e R$ 4,53 p/ hora.
Salario Mínimo Regional = R$ 1.196,47/ 1.224,01/ 1.251,78/ 1.301,22/ 1.516,26

Construção Civil – março de 2019
CUB/RS – Sinduscon/RS
Residência Unifamiliar (normal) – R$ 1.820,35 m2. / variação 12 meses = 3,69 %
Residência Multifamiliar (normal) – R$ 1.511,24 m2. / variação 12 meses = 4,65%
Mão de obra – Valores pagos – Sinduscon
Pedreiro = R$ 7,15/h
Servente = R$ 5,76/h

Taxas de Inflação – Índices de Preços – março de 2019
IGP–M (FGV) = 1,26% / acumulado 12 meses = 8,27%
INCC-M ( FGV) = 0,19% / acumulado 12 meses = 4,11%

Reajuste de aluguéis (exemplo) – Anual, corrigido por um índice de inflação escolhido pelas partes, acumulado dos últimos 12 meses.
Ex: aluguel R$ 200,00(12º. mês mar.) + 8,27% (IGPM) = Novo valor (abr) = R$ 216,54.

Taxa Selic = 6,50 % a.a.
Taxa de Juro de Longo Prazo (TLP) = 6,26% a.a.

Por Harri Gervásio

05/04/2019

Painel 594- Economista Harri Gervásio- 11-10-2019

O cenário internacional segue piorando!

O tempo vai passando e o mundo continua convivendo momento de incerteza em relação ao futuro da economia. São claros e contínuos os sinais de desaceleração do crescimento global. A luta entre as duas maiores potencias mundiais, Estados Unidos e China, continua e a cada dia o mercado espera novos lances de um lado e resposta de outro. No lado americano apesar do momento politico agitado com pedido de impeachment do presidente Trump, os indicativos são de que será reeleito. Pesa a seu favor os dados e projeções positivos da economia com um crescimento do PIB no segundo trimestre de 2%, um numero robusto. Este resultado deve ser debitado à expansão dos gastos do governo e da ativação do consumo. A inflação continua contida e o Federal Reserve baixou os juros para ativar ainda mais a economia, mas os gastos do governo fizeram o déficit publico saltar para mais de U$ 1 trilhão o que já esta dando argumentos para pessimistas, que estão prevendo dificuldades logo ali na frente. A China esta fazendo das tripas o coração para incentivar o consumo, promover o mercado interno, uma vez que a guerra comercial reduziu as exportações. O país que já cresceu a 12% ao ano agora se contenta com 6%. Na Europa a Alemanha continua no caminho da recessão o que também deve acontecer na Itália. A Inglaterra mergulhada numa grande crise politica ainda discute se vai sair da União Européia. O Brexit virou uma verdadeira novela e todos dizem que a crise é eminente. Os últimos dados da OCDE demonstram que a indústria mundial esta em recessão  e projeta um PIB global inferior a 3% para este ano, o que é muito pouco. No nosso continente a confusão continua, ficando maior com as peripécias no governo do Perú onde ninguém sabe que é que manda e nem onde vai chegar esta crise. A Venezuela continua na mesma com um ditador que faz todo o possível para empobrecer e afugentar o seu povo. Agora é o Equador que enfrenta rebelião social. Na vizinha Argentina a expectativa das eleições presidenciais convive com altas taxas de desemprego e inflação galopante, desestruturando o mercado. A confusão é grande e sem expectativa de acabar no curto prazo.

Durma-se com um barulho destes!

É neste mar revolto e obscuro que a economia brasileira precisa navegar. Os números conhecidos e os projetados indicam que vem aí mais um ano de estagnação, que já é o terceiro. Relembrando, na metade de 2014, 2015 e 2016 aconteceu a recessão, números negativos da economia  e nos anos 2017, 2018 e 2019 resultados em torno de 1% o que caracteriza uma estagnação. Considerando que isto já é passado os holofotes se voltam para o inicio da próxima década porque esta, já é perdida. Como será o 2020? Levando em consideração o mau momento da economia internacional e as baixas perspectivas de modificações de cenários no curto prazo, é possível prever poucas facilidades, favorecimentos ou vantagens por parte do comercio internacional. No âmbito interno o dia a dia convive com a espera da aprovação das reformas que deve iniciar pela da previdência que deverá ser acompanhada pela tributária e também a administrativa. Este compasso de espera emperra projetos e investimentos. Enquanto isto o governo usa as armas disponíveis liberando o que pode de recursos para incentivar o consumo, mas isto será insuficiente para retirar a economia deste marasmo. No ano que vem a musica será quase a mesma, talvez num ritmo um pouco mais depressa, mas sem agito.  É bom ir se acostumando navegar neste tipo de mar porque, com certeza, aguas mais calmas ainda estão fora do horizonte.

Indústria no ritmo de dez anos atrás.

Os últimos dados do IBGE apontam que a indústria brasileira acresceu 0,8% em agosto comparado com julho, interrompendo três meses de queda. Parece um numero positivo mas analisando a fundo é possível perceber que isto ocorreu apenas em alguns setores como minério de ferro, petróleo e gás. Claro que foi positivo, mas no ano o setor ainda apresenta queda de -1,7% e nos últimos 12 meses os números também são negativos. Em termos de produção o setor opera mais de 17% abaixo do pico verificado em maio de 2011, significando um ritmo em que se encontravam dez anos atrás. São dados importantes que permitem conhecer a realidade do momento e principalmente projetar futuros. O setor industrial é o motor da economia e seus movimentos são mais morosos que outros. Um projeto industrial desde o seu nascedouro até a etapa produtiva leva meses e até anos e a recuperação de uma produção estagnada ou em queda necessita de um bom tempo para voltar produzir em níveis satisfatórios. Hoje o parque fabril brasileiro opera com 65% de sua capacidade e esta ociosidade impede novos investimentos. São números e projeções que alimentam os novos cenários que tomam formas nada agradáveis. A realidade é cruel e somente com passe de mágica pode ser alterada. Será?

Pense.

Se você não tem coragem não adianta ter vontade.

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